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Compreendendo o suicídio: fatores de risco, prevenção e tratamento

Início » Blog » Psiquiatria » Compreendendo o suicídio: fatores de risco, prevenção e tratamento

A problemática do suicídio é uma questão grave e intrincada no contexto da saúde mental, ganhando relevância quando associada aos fatores de risco, especialmente quando entrelaçada com a dependência química. 

Inicialmente, compreender o suicídio é uma tarefa complexa e necessária para abordarmos de maneira efetiva os desafios associados à saúde mental. Este fenômeno delicado e impactante transcende as fronteiras da psicologia individual, estendendo-se para uma análise mais ampla dos fatores sociais, biológicos e culturais que contribuem para sua complexidade.

Nesse sentido, esa compreensão profunda do suicídio vai ao encontro da percepção de que ele não se apresenta como uma manifestação isolada. Porém, frequentemente, está intrinsecamente conectado a variáveis multifacetadas.

Em primeiro lugar, a Biblioteca Virtual em Saúde, define o suicídio como um ato deliberado de causar a própria morte, geralmente como resultado de uma combinação complexa de fatores, incluindo. Logo, não se limitando a, questões psicológicas, sociais, biológicas e ambientais. Nesse viés, é um fenômeno que demanda abordagens integradas de prevenção, compreensão e apoio para preservar a saúde mental e a qualidade de vida. 

Esse comportamento trágico pode ser motivado por intensa angústia emocional, transtornos mentais, desespero, isolamento social, entre outros elementos que contribuem para a vulnerabilidade do indivíduo. 

Quais o fatores de risco para a tentativa de suicídio? 

Os fatores de risco em relação ao suicídio são diversos e frequentemente interagem de maneira complexa. De acordo com o portal Setembro Amarelo, o reconhecimento desses fatores é fundamental e pode ajudar tanto profissionais de saúde como familiares e amigos a intervir precocemente e salvar vidas. 

Vale ressaltar que a presença desses fatores não garante que uma pessoa cometerá suicídio, mas indica um aumento na vulnerabilidade. Alguns dos principais fatores de risco incluem: 

  • Transtornos Mentais: Indivíduos que enfrentam condições como depressão, transtorno bipolar, esquizofrenia, ou outros transtornos mentais têm um risco aumentado.
  • Histórico de Tentativas Anteriores  Aqueles que já tentaram o suicídio anteriormente têm um maior risco de tentativas subsequentes.
  • Uso de Substâncias :  O abuso de álcool e drogas podem contribuir para o aumento do risco de suicídio, muitas vezes agravando os problemas de saúde mental.
  • Isolamento Social : A falta de apoio social, sentimentos de solidão e isolamento podem aumentar a vulnerabilidade.
  • Problemas Familiares ou Relacionados : Conflitos familiares, abuso, divórcio e outras dificuldades interpessoais podem ser fatores contribuintes.
  • Perdas Significativas : A morte de um ente querido, uma separação, ou outra perda significativa pode desencadear sentimentos suicidas.

Leia também: Drogas e suicídio: Relações, riscos e tratamentos

Sinais de alerta 

Segundo o portal do Governo Federal do Brasil, os sinais de alerta não devem ser considerados isoladamente, não existe uma “receita” para assegurar quando alguém está vivenciando uma crise. Portanto, é importante estar a atento aos possíveis sinais de alerta que uma pessoa que pode estar contemplando o suicídio é fudamental para intervir precocemente e buscar ajuda. Embora nem todas as pessoas mostrem sinais óbvios, alguns indicadores podem ser observados. Alguns sinais de alerta incluem: 

  • Ideações Suicidas : A pessoa pode verbalizar explicitamente pensamentos sobre morte, morrer ou suicídio. Frases como “Eu desejaria não ter nascido”, “Eu sou um peso para os outros” podem servir de alerta.
  • Desesperança : Expressar uma sensação generalizada de desesperança e desamparo em relação ao futuro. 
  • Descuido com o autocuidado : Negligência com a higiene pessoal ou mudanças marcantes no estilo de vida. 
  • Aumento do consumo de substâncias : Aumento do uso de álcool ou drogas, muitas vezes como uma forma de automedicação. 

É importante lembrar que esses sinais não garantem que alguém está planejando o suicídio, mas podem indicar que a pessoa está enfrentando um momento de grande dificuldade emocional. 

Caso identifique esses sinais em alguém, é crucial buscar ajuda profissional imediatamente. Amigos, familiares e colegas desempenham um papel vital ao oferecer apoio e encorajar a pessoa a procurar assistência de profissionais de saúde mental. O contato com linhas de prevenção ao suicídio também é uma opção valiosa.

Iniciativas de Prevenção ao Suicídio 

A prevenção ao suicídio é um imperativo essencial em saúde pública, exigindo um comprometimento coletivo para combater uma realidade dolorosa que afeta milhões ao redor do mundo. 

Visando não apenas identificar e intervir em situações de crise, mas também criar uma rede de suporte, conscientização e compreensão que permeie nossas comunidades. Ao abordarmos a prevenção ao suicídio, buscamos não apenas salvar vidas, mas também fomentar uma cultura de empatia, apoio e resiliência, reconhecendo que a saúde mental é um pilar fundamental do bem-estar humano. Aqui estão algumas estratégias comuns na prevenção ao suicídio:

  • Conscientização e Educação : Promover a conscientização sobre saúde mental e suicídio, reduzindo o estigma associado a essas questões. Educar a sociedade sobre sinais de alerta, fatores de risco e como oferecer suporte pode ser fundamental.
  • Identificação Precoce : Desenvolver programas de treinamento para profissionais de saúde, educadores, líderes comunitários e outros para identificar precocemente os sinais de risco e encaminhar para tratamento adequado.
  • Intervenção em Crise : Estabelecer linhas de prevenção ao suicídio, serviços de apoio emocional e programas de intervenção em crises para oferecer ajuda imediata a quem precisa.
  • Incentivo à busca de ajuda : Desenvolver campanhas que incentivem as pessoas a procurar ajuda e a conversar abertamente sobre suas lutas emocionais.

Leia também: Entenda os tipos de depressão, sintomas e saiba quando pedir ajuda

Centro de Valorização da Vida – CVV  

O CVV (Centro de Valorização da Vida) é uma entidade sem fins lucrativos que atua na prevenção do suicídio e no apoio emocional a pessoas que enfrentam momentos difíceis. Fundado em 1962, o CVV é reconhecido como uma das principais organizações voltadas para o suporte emocional e prevenção do suicídio no Brasil.

O serviço do CVV é oferecido por voluntários treinados, que atuam de maneira anônima e sigilosa, proporcionando um espaço seguro para que as pessoas possam compartilhar seus sentimentos, angústias e pensamentos. O atendimento é realizado por meio do telefone, chat online, e-mail ou pessoalmente em alguns postos de atendimento.

O CVV trabalha com a premissa de oferecer acolhimento e escuta empática, promovendo o diálogo e auxiliando as pessoas a encontrarem alternativas para lidar com suas dificuldades emocionais. Além disso, o centro busca conscientizar a sociedade sobre a importância da prevenção do suicídio, destituindo o estigma associado às questões de saúde mental.

A organização desempenha um papel crucial na rede de apoio emocional do país, sendo uma referência para aqueles que precisam de ajuda ou desejam oferecer suporte a alguém que esteja enfrentando desafios emocionais. Nesse aspecto, o trabalho do CVV contribui significativamente para a promoção da saúde mental e para a prevenção do suicídio no Brasil.

Tratamento 

O tratamento do suicídio representa um desafio complexo e crucial no campo da saúde mental, exigindo abordagens especializadas e compreensivas para lidar com uma realidade alarmante que afeta milhões de pessoas globalmente. 

Visto isso, o suicídio não é apenas um sintoma isolado, mas frequentemente o resultado de uma intricada teia de fatores psicológicos, sociais e biológicos. Nesse contexto, o desenvolvimento de estratégias eficazes de tratamento não apenas demanda uma análise aprofundada desses fatores, mas também uma abordagem que valorize a singularidade de cada indivíduo.

A complexidade do tratamento do suicídio envolve abordar não apenas os sintomas visíveis, mas também os fatores subjacentes que contribuem para o surgimento desses pensamentos e comportamentos. Nesse contexto, a comunidade médica e organizações de saúde mental têm buscado estratégias terapêuticas abrangentes para lidar com os aspectos imediatos e as raízes profundas dessa crise.

Nesse cenário, esse desafio demanda uma abordagem multidisciplinar, incluindo psicoterapia, tratamento farmacológico, suporte social e promoção contínua de habilidades de enfrentamento. O tratamento do suicídio não é apenas uma resposta a uma crise iminente, mas um compromisso de longo prazo com a saúde mental, visando prevenir crises futuras e promover a resiliência.

Ao adentrar o campo do tratamento do suicídio, é crucial reconhecer a singularidade de cada indivíduo em termos de experiências, desafios e necessidades. Assim, o tratamento eficaz deve ser personalizado, adaptando-se à complexidade individual e incorporando uma abordagem centrada na pessoa.

O Grupo Recanto possui intervenções voltadas para a dependência química e saúde mental. Além disso, contamos com uma equipe multidisciplinar especializada e com uma estrutura adequada para atender pacientes com diferentes quadros psiquiátricos. Aqui, nós desenvolvemos uma abordagem humanizada e individualizada, que busca compreender cada paciente em suas especificidades, sem julgamentos ou preconceitos.

CONCLUSÃO 

Diante desse cenário complexo, compreender profundamente o suicídio torna-se essencial para enfrentar, de forma eficaz, os desafios da saúde mental. Este fenômeno, definido como um ato deliberado de causar a própria morte, transcende as fronteiras da psicologia individual, conectando-se a variáveis sociais, biológicas e culturais.

Por fim, o suicídio demanda abordagens integradas de prevenção, compreensão e apoio, considerando elementos como angústia emocional, transtornos mentais, desespero e isolamento social. Por isso, a identificação precoce de fatores de risco, como transtornos mentais, histórico de tentativas anteriores e problemas familiares, é crucial para intervenções eficazes.

Sinais de alerta, como ideações suicidas e aumento do consumo de substâncias, indicam a urgência de buscar ajuda profissional. Iniciativas de prevenção tornam-se essenciais em saúde pública, promovendo conscientização, identificação precoce, intervenção em crise e incentivo à busca de ajuda.

Primordialmente, o Centro de Valorização da Vida (CVV) desempenha um papel crucial na prevenção do suicídio. Nesse sentido, voluntários treinados oferecem apoio emocional e promovem o diálogo em espaços seguros. Dessa forma, a instituição garante auxílio imediato para aqueles que buscam acolhimento.

Concluindo, o tratamento exige estratégias abrangentes e personalizadas, que vão da psicoterapia ao suporte social. Nessa perspectiva, compreender o tema permite salvar vidas e cultivar uma cultura de empatia e resiliência. Por fim, esse entendimento reforça a saúde mental como um pilar essencial para o bem-estar humano

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Fabrício Selbmann é psicanalista, palestrante sobre Dependência Química e diretor da Recanto Clínica Hospitalar – rede de três clínicas de tratamento para dependência química e saúde mental, referência no Norte e Nordeste nesse segmento.

Especialista em Dependência Química pela UNIFESP, pós-graduado em Filosofia | Neurociências | Psicanalise pela PUC-RS, além de especialização na Europa sobre o modelo de tratamento Terapia Racional Emotiva (Minessota).

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